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Segurança Pública

Falso policial judicial é preso no Rio com fuzil e pistolas escondidos em casa

Redação | Publicado em: - Atualizado 5 meses atrás

Falso policial judicial é preso no Rio com fuzil e pistolas escondidos em armário
A PF apreendeu 2 escopetas, 1 fuzil e 1 rifle (que estavam em um armário), além de 5 pistolas, carregadores e balas - Foto: Divulgação / PF

A Polícia Federal (PF) prendeu, na manhã desta sexta-feira (29), um homem acusado de utilizar documentos falsos para adquirir munições e negociar armamentos no Rio de Janeiro. O investigado foi detido em flagrante durante a Operação Fallax, deflagrada na Tijuca, Zona Norte da capital, após agentes encontrarem armas de uso restrito dentro da residência dele.

Segundo a PF, o homem se apresentava como integrante da “Polícia Judicial” e usava carteira funcional, distintivos e outros itens de identificação supostamente falsificados para aparentar vínculo institucional. Ainda de acordo com as investigações, ele não possuía autorização para porte de arma nem registro como CAC (colecionador, atirador desportivo ou caçador). O nome do acusado não foi divulgado pelas autoridades.

Durante as buscas no imóvel, os policiais apreenderam duas escopetas, um fuzil, um rifle e cinco pistolas, além de carregadores e munições. Parte do armamento estava guardada em um armário da casa. No carro utilizado pelo suspeito, foram encontrados mais quatro armas, munições, uniformes, distintivos, acessórios e roupas táticas.

A operação foi conduzida por agentes da Delegacia de Repressão a Crimes contra o Patrimônio e ao Tráfico de Armas, que cumpriram mandados de busca e apreensão em três endereços ligados ao investigado e à empresa administrada por ele.

Ainda de acordo com a PF, as investigações identificaram o uso de Certificados de Registro de Arma de Fogo (Crafs) com informações divergentes ou inexistentes nos sistemas oficiais. Também teriam sido apresentados documentos como porte de arma, termo de cautela e carteira funcional sem validade reconhecida.

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Certificados de Registro de Arma de Fogo (Crafs) falsos – Foto: Divulgação / PF

Documentos do STM

As apurações apontaram ainda a utilização de documentos atribuídos ao Superior Tribunal Militar (STM). Conforme a PF, os registros apresentados pelo suspeito não possuíam correspondência nos sistemas oficiais do órgão.

O homem poderá responder pelos crimes de falsificação de documento público, uso de documento falso e posse ilegal de arma de fogo de calibre restrito. A Polícia Federal informou que outras infrações previstas no Estatuto do Desarmamento poderão ser incluídas no inquérito conforme o avanço das investigações.

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