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Segurança Pública

Morre militar do Exército baleado na cabeça após confusão no Rio

Redação | Publicado em:

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Reprodução Redes Sociais

 





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O cabo do Exército William Cardoso da Silva, baleado na cabeça durante uma confusão em uma boate de Piedade, na Zona Norte do Rio, morreu nesta quarta-feira (22). Ele estava internado em estado grave no Hospital Central do Exército (HCE), em Benfica, também na Zona Norte. O policial militar David Trancoso, principal suspeito do crime, está preso.

O crime aconteceu na madrugada da última sexta-feira (17). Inicialmente, William foi encaminhado para o Hospital Pasteur, no Méier, mas foi transferido para o HCE. O Comando Militar do Leste (CML) lamentou a morte do cabo.

“Neste momento de consternação, os integrantes do CML solidarizam-se com os familiares e amigos”, disse o órgão em nota.

Leia+: Militar do Exército é baleado na Zona Norte do Rio; PM é suspeito

Leia+: PM que atirou contra militar do Exército tem prisão preventiva

Relembre o caso

O militar do Exército, identificado como William Cardoso, foi baleado na cabeça na madrugada desta sexta-feira (17) em uma boate no bairro Piedade, na Zona Norte do Rio. 

Até o momento, a investigação, sob responsabilidade da Delegacia de Bonsucesso (21 DP), aponta que houve uma briga dentro da boate entre militares do exército. O PM teria entrado na confusão na tentativa de controlar a situação e apaziguar. 

Em depoimento, David Trancoso, que é lotado na Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Jacaré, contou que prestou socorro à vítima ferida. A Corregedoria da Polícia Militar, através da Delegacia de Polícia Judiciária Militar (1ª DPJM), está acompanhando o caso.

O PM foi preso ainda na sexta-feira (17). No sábado (18) , o Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ), através do juiz Rafael de Almeida Rezende, transformou a prisão do suspeito em preventiva.

Na decisão, o juiz entendeu que a manutenção da prisão é necessária para a garantia da ordem pública, conveniência da instrução criminal e aplicação da lei penal. O magistrado ainda foi contra a alegação da defesa do policial que informa legítima defesa.

 





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“A tese de legítima defesa sustentada pelo custodiado na delegacia não parece verossímil, pois o mesmo teria se dirigido ao grupo na posse de arma de fogo, intervindo em briga que estava prestes a ser apaziguada e, em determinado momento, disparou contra a cabeça da vítima.”
Rafael de Almeida Rezende



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Atualmente, David Trancoso está no presídio de Niterói, na Região Metropolitana do Rio.

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