Skip to content

Brasil & Mundo

Justiça mantém preso policial que matou funcionário da CET

Redação | Publicado em:

Reprodução/TV Globo

 





image


generate image?eliteImageId=59957&web=true&timestamp=1689442742853



align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:



 

O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJ-SP) decidiu manter em prisão preventiva – sem prazo de duração – o policial militar acusado de matar um funcionário terceirizado da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) de São Paulo.

A morte ocorreu na quinta-feira (13), após uma placa de sinalização, que estava sendo afixada pelo trabalhador, cair no policial em razão do vento. 

A morte do funcionário fez com que moradores da zona norte da capital paulista, onde o trabalhador residia, realizassem manifestações nas últimas duas noites.

Eles atearam fogo em objetos e interromperam o trânsito de veículos na Rodovia Fernão Dias. Os protestos foram combatidos pela polícia, que utilizou bombas de gás e balas de borracha. 

O funcionário, que recebeu um tiro na cabeça, chegou a ser socorrido ao hospital, mas não resistiu. Ele deixa quatro filhos e esposa. 

A Secretaria de Segurança Pública ainda não se manifestou. 

Agência Brasil

Notícias Relacionadas

Política

Flávio Bolsonaro vota no Rio, e Lula, em São Paulo

Últimas Notícias

Eduardo Bolsonaro questiona resultado eleitoral e pede pressão internacional após vitória de Lula
Política

Eduardo Bolsonaro questiona resultado eleitoral e pede pressão internacional após vitória de Lula

Lula é reeleito e encontra Congresso virado à direita e crise de ministros no Supremo
Política

Presidente Lula é reeleito nas eleições 2026, mas e agora?

Celebração da vitória de Lula em Niterói
Niterói

Niterói celebra vitória de Lula com festa nas ruas

Lula e Rodrigo Neves
Niterói

Niterói reafirma nas urnas apoio ao presidente Lula no 2º turno