Skip to content

Política

Câmara planeja votar destaques da Lei de Licitações esta semana

Redação | Publicado em:

Imagem não disponível


mcmgo abr 120720195271df
Câmara entrará em recesso na terça-feira (17). Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil



Após uma semana intensa na Câmara dos Deputados em razão da votação em primeiro turno da proposta de emenda à Constituição (PEC 6/19) da reforma da Previdência , os deputados podem voltar esta semana a apreciar os destaques com sugestões de mudanças ao texto-base da nova Lei de Licitações (PL 1292/95) aprovado no dia 25 de junho. Após a conclusão da votação da matéria no plenário da Câmara, o projeto segue para o Senado.



Se não forem votados até dia 17 de julho, véspera do recesso parlamentar, os destaques só poderão ser analisados a partir do dia 6 de agosto, quando os deputados voltam aos trabalhos na Casa.



O projeto define um novo marco legal para União, estados e municípios para execução de obras e para a aquisição de bens e serviços. O texto substitui a Lei das Licitações (8.666/93), a Lei do Pregão (10.520/02) e o Regime Diferenciado de Contratações (RDC – Lei 12.462/11), além de agregar temas relacionados.



O novo marco regulatório estabelece a criação do Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP), que deverá ser instituído pelo Executivo federal e terá abrangência em todos os entes da Federação. Segundo o texto, o novo portal pretende contribuir para diminuição de custos de transação e aumentar a competitividade dos processos licitatórios.



Pela nova lei, obras de grande vulto devem ter um seguro de 30% do valor contratado. A medida pretende garantir a conclusão do contrato em caso de dificuldades enfrentadas pela empresa. A seguradora assumirá os direitos e as obrigações da empresa em caso de descumprimento do contrato, devendo concluí-lo mediante subcontratação total ou parcial. Se a seguradora não concluir a obra, estará sujeita a multa equivalente ao valor da garantia.



O texto também define a obrigatoriedade de autoridades e agentes públicos do órgão licitante atuarem para coibir irregularidades, com apoio dos setores jurídico e de controle interno. A pena para infrações relativas a processos licitatórios aumenta de dois anos para quatro anos e é instituída a possibilidade de interceptação telefônica e prisão preventiva durante as investigações.



A proposta cria uma modalidade de contratação que atualmente não existe no país, o diálogo competitivo. A administração pública realiza diálogos com licitantes previamente selecionados para desenvolver alternativas para atender a necessidades específicas. Os interessados apresentam proposta final após o fim do diálogo.



(Agência Brasil)


Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Rio

Deputada do Rio é processada pelo MPT após post sobre funcionários que votaram em Lula

Um ano após a Operação Contenção no Rio, MPRJ analisa provas de 121 mortes e investiga denúncias de tortura, execução e irregularidades policiais.
Segurança Pública

Operação Contenção: um ano depois, mortes no Alemão e na Penha seguem sem esclarecimento

Brasil & Mundo

Flávio Bolsonaro na rota dos EUA? Argentina quebra o silêncio sobre suposta fuga

O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, ouviu os trabalhadores e destacou a economia que a mudança vai trazer para o bolso de cada um.
Maricá

Maricá inova e lança app próprio para entregas; veja o que muda para motoboys