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Deputado federal Daniel Silveira vira alvo da PF

Redação | Publicado em:

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Deputado federal está entre os alvos da operação. Foto: Rede Social



A Polícia Federal cumpre, na manhã desta terça-feira (16), 21 mandados de busca e apreensão, requeridas pela Procuradoria Geral da República e determinadas pelo ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal (STF), nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Santa Catarina e no DF.



As buscas têm o objetivo de colher provas a respeito da origem de recursos e a estrutura de financiamento dos atos, informou a PF. 



Uma das linhas de investigação apura se os alvos das buscas “teriam agido articuladamente com agentes públicos que detêm prerrogativa de foro no STF para financiar e promover atos que se enquadram em práticas tipificadas como crime pela Lei de Segurança Nacional (7.170/1983)”, disse a Procuradoria-Geral da República em nota.  



Os mandados são cumpridos em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Santa Catarina e Distrito Federal. Entre os alvos, estão o deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) e o blogueiro Allan dos Santos. 



Nesta segunda (15), a PF cumpriu outros seis mandados de prisão temporária no âmbito do mesmo inquérito. A militante bolsonarista Sara Winter estava entre os presos. 



Por ordem do governo do Distrito Federal (GDF), o acampamento do grupo foi retirado no último sábado (13) dos arredores da Esplanada dos Ministérios, onde estava há diversas semanas. 



No domingo (14), o procurador-geral da República, Augusto Aras, decidiu abrir uma apuração própria sobre um ataque com fogos artifício que foram lançados contra a sede do Supremo na noite de sábado. Ele determinou que informações sobre o assunto sejam encaminhadas a seu vice, Humberto Jacques, que supervisiona o inquérito sobre atos antidemocráticos.



Esse inquérito foi aberto em abril a pedido de Aras, depois de manifestantes levantarem faixas pedindo a intervenção militar e o fechamento de instituições democráticas durante ato em apoio a Bolsonaro em Brasília e outras cidades do país. 



“O Estado brasileiro admite única ideologia que é a do regime da democracia participativa. Qualquer atentado à democracia afronta a Constituição e a Lei de Segurança Nacional”, escreveu Aras na ocasião. 


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