Skip to content

Brasil & Mundo

Governo pode custear até 95% do valor de imóvel a famílias pobres

Redação | Publicado em:

Ouvir notícia

Ouvir notícia
Divulgação

 





image


generate image?eliteImageId=58630&web=true&timestamp=1687278462329



align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:



 

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (CCFGTS) decidiu, nesta terça-feira (20), em Brasília, aumentar o subsídio (auxílio financeiro) para unidades habitacionais do programa “Minha Casa, Minha Vida” (MCMV) e reduzir a taxa de juros para famílias de baixa renda nas faixas 1 e 2 do programa.

O subsídio é a parte do financiamento que é paga pela União por meio do programa habitacional, de acordo com a renda e a localização do imóvel. Em alguns casos, o subsídio do governo pode chegar a 95%, ou seja, a família paga apenas 5% do montante. Assim, o subsídio para famílias de baixa renda com renda mensal de até R$ 2.640 (faixa 1) e até R$ 4,4 mil (faixa 2), passou de R$ 47 mil para até R$ 55 mil.

O subsídio é uma espécie de desconto e é aplicado conforme a renda da família e a localização do imóvel. Com a alteração, o teto dos imóveis para as faixas 1 e 2 do programa será de R$ 264 mil para os municípios com população de 750 mil habitantes ou mais; R$ 250 mil para as cidades com população entre 300 mil e 750 mil habitantes; R$ 230 mil para os que têm população entre 100 mil e 300 mil habitantes; e R$ 200 mil para cidades com população inferior a 100 mil habitantes.

VALOR DO IMÓVEL 

Na mesma reunião, o conselho ampliou o valor máximo do imóvel que pode ser comprado pelas famílias com renda que varia entre R$ 4,4 mil e R$ 8 mil (faixa 3): passou de R$ 264 mil para até R$ 350 mil em todos os estados.

A estimativa é que a medida traga um incremento de 57 mil novas contratações na faixa 3, das quais 40 mil em 2023. Além disso, o conselho estima um crescimento de 12% nas contratações, com cerca 330 mil unidades para as famílias com renda de até R$ 3,3 mil. Em 2023, o orçamento do FGTS para subsídios é de R$ 9,5 bilhões.

O conselho também fez a revisão dos juros cobrados de famílias com renda mensal de até R$ 2 mil. Os juros passaram de 4,25% ao ano para 4% nas regiões Norte e Nordeste. Para as regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a taxa caiu de 4,5% para 4,25% ao ano.

METAS ATÉ 2026 

O “Minha Casa, Minha Vida” foi retomado pela gestão petista em fevereiro deste ano, que pretende atender 2 milhões de famílias até 2026 considerando os benefícios distribuídos entre todas as faixas de renda.

O “Minha Casa, Minha Vida” foi criado em 2009, no segundo mandato do governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2020, sob a gestão de Jair Bolsonaro, foi substituído pelo “Casa Verde e Amarela”, que alterou alguns pontos do programa original, mas mantinha o objetivo de facilitar o acesso a moradias para famílias de baixa renda.

Com Agência Brasil 

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Esportes

Juíza defende punições mais rigorosas contra integrantes de torcidas organizadas após episódios de violência no Rio

Saiba onde será a casa do Divino FC em 'Avenida Brasil 2'
Entretenimento

Saiba onde será a casa do Divino FC em ‘Avenida Brasil 2’

Niterói

Black Friday 2026 vem aí: o que promete bombar em Niterói com dicas para você se dar bem

Segurança Pública

Memorial na Maré é revitalizado e ganha novas homenagens a vítimas da violência