Skip to content

Política

Lula liga morte de Marielle a ‘gente de Bolsonaro’ em evento do PT

Redação | Publicado em:

Reprodução Instagram

 





image


generate image?eliteImageId=36394&web=true&timestamp=1654196620388



align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:


  

O pré-candidato à Presidência da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta quarta-feira (1) que a morte da vereadora do Rio Marielle Franco, ocorrido em 2018, está atrelado a “gente” do presidente Jair Bolsonaro (PL). O discurso foi dito durante um evento com apoiadores em Porto Alegre. 

Segundo Lula, as pessoas ligadas a Bolsonaro “não tem pudor” de ter cometido o crime. Ainda citou que o presidente do país tem ligação com membros de organizações criminosas.

 





quote


“Quando a gente não pode se aproximar do governante, quando o governante tem um lado, um lado obscuro, porque a gente não sabe a qualidade de todos os milicianos dele, o que a gente sabe é que gente dele, sabe, não tem pudor de ter matado a Marielle.”
Lula



align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:



 

A fala do pré-candidato gerou revolta em políticos bolsonaristas. De acordo com a deputada federal Bia Kicis (PL), Lula está propagando fake news e sugeriu uma intervenção na sua pré-candidatura. 

“Ex-presidiário afirma: ”gente do presidente” matou a Marielle. Esse tipo de fake news que pode afetar as eleições será coibido? O pré-candidato Lula será preso ou futuramente será cassado na remotíssima hipótese de ser eleito?”, publicou a deputada.

O questionamento levantado por Kicis vai de acordo com uma medida do ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Alexandre de Moraes, que informou que o candidato que propagar fake news nas redes sociais poderá ter a candidatura cassada. 

“Notícias fraudulentas divulgadas por redes sociais que influenciem o eleitor acarretarão a cassação do registro daquele que a veiculou. A Justiça Eleitoral está preparada para combater as milícias digitais”, contou Moraes na última terça-feira (31). 

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Esportes

Ancelotti faz convocação para amistosos da seleção brasileira em novembro

Patrick Stewart morre aos 86 anos
Brasil & Mundo

Morre Patrick Stewart, o Professor Xavier dos X-Men, aos 86 anos

Anatel passará a exigir reconhecimento facial para evitar fraudes e golpes
Brasil & Mundo

Anatel vai exigir biometria facial para manter linhas de telefone no ar em 2027

Obras no Jardim Atlântico Leste, em Itaipuaçu
Maricá

Mais ruas de Itaipuaçu, em Maricá, recebem obras após anos de espera