Skip to content

Política

Renan Santos fala em despedida da disputa eleitoral após decisão de Dias Toffoli; entenda

Redação | Publicado em: - Atualizado 2 meses atrás

Renan Santos
Candidato à presidência, Renan Santos fala em despedida

O candidato à Presidência da República Renan Santos (Missão) informou na noite desta segunda-feira (31) que sua equipe jurídica protocolará uma liminar contra a decisão do ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que determinou a suspensão de sua propaganda eleitoral. O recurso será encaminhado ao presidente da Corte, ministro Nunes Marques.

A determinação monocrática também bloqueou os repasses do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC) e proibiu o candidato de participar de debates em televisão, rádio e podcasts. As sanções são válidas até o julgamento final do plenário. Em pronunciamento gravado e veiculado na rede social do colega de partido Kim Kataguiri o presidenciável declarou:

“Eu não posso fazer praticamente nada! A gente vai continuar lutando para derrubar essa decisão absolutamente ilegal”, informou o candidato.

Segundo Renan Santos, “falar que minhas redes foram suspensas porque eu estou abusando do poder econômico por conta de um problema técnico que centenas de outros candidatos também tiveram chega a ser absurdo”.

Por que houve a suspensão?

De acordo com o ministro Toffoli, a punição ocorreu porque o partido Missão não cadastrou os canais oficiais no prazo legal. A legislação exige a indicação prévia de todos os perfis de candidatos e legendas para permitir a devida fiscalização da Justiça Eleitoral. Na decisão, o magistrado apontou que 16 perfis ligados ao candidato foram informados 12 dias após o término do período de registro.

A defesa do candidato alega falta de devido processo legal e sustenta que a punição inviabiliza a corrida eleitoral. De acordo com o advogado Arthur Rollo, que representa o candidato, como a medida bloqueia qualquer possibilidade de campanha que não seja o corpo a corpo, ela paralisa a campanha.

“Em uma campanha de 45 dias, com poucos recursos, dois ou três dias fora são irreversíveis, mas irei ao TSE sustentar nossa posição”, disse a defesa.

A equipe jurídica de Renan Santos reforçou ainda que a candidatura foi prejudicada sem a oportunidade de manifestação prévia, destacando que a campanha não teve direito ao contraditório e à defesa.

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Esportes

Ancelotti faz convocação para amistosos da seleção brasileira em novembro

Patrick Stewart morre aos 86 anos
Brasil & Mundo

Morre Patrick Stewart, o Professor Xavier dos X-Men, aos 86 anos

Anatel passará a exigir reconhecimento facial para evitar fraudes e golpes
Brasil & Mundo

Anatel vai exigir biometria facial para manter linhas de telefone no ar em 2027

Obras no Jardim Atlântico Leste, em Itaipuaçu
Maricá

Mais ruas de Itaipuaçu, em Maricá, recebem obras após anos de espera