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Uso de máscaras não é mais obrigatório em locais abertos no Rio

Imagem ilustrativa da imagem Uso de máscaras não é mais obrigatório em locais abertos no Rio
Uso segue mantido para locais fechados. Foto: arquivo/Pedro Conforte

O Prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), retirou a obrigatoriedade do uso de máscaras na noite desta terça-feira (26) na cidade do Rio. A medida foi anunciada nas redes sociais do prefeito. Segundo Paes, a exigência segue mantida para locais fechados.

A flexibilização acontece por conta do avanço da vacinação na cidade do Rio. O índice chegou a 65% da população totalmente vacinada.

"Eessa marca representa a vitória dos do bom senso, da razão, da ciência sobre a mentira e o negacionismo. E os fatos comprovam isto: temos hoje os menores registros de casos, internações e mortes por Covid-19. Agora, como já foi feito em outros momentos, damos mais um passo nessa cruzada contra o coronavírus: com o devido respaldo do Comitê Científico do Rio, o uso de máscaras em locais abertos deixa de ser obrigatório no Rio. É importante lembrar que essa guerra ainda não está completamente vencida", disse o prefeito.

Alerj

A flexibilização acontece no mesmo dia em que deputados estaduais votaram a favor do fim da exigência. O PL segue para apreciação do governador Cláudio Castro (PL).

O presidente da Alerj, deputado André Ceciliano (PT), enfatiza que a Casa não está indo contra a ciência, pois a decisão final ficará sob a responsabilidade dos técnicos da pasta estadual.

“Nós não estamos indo contra a ciência. Estamos remetendo à Secretaria de estado da Saúde. Pois já é hora. Mas vamos manter em locais fechados. Nós acreditamos na ciência e quem vai decidir é a ciência. A política não vai intervir. Chegou a hora de começarmos a pensar a flexibilização”, disse o presidente.

O líder do governo, deputado Márcio Pacheco (PSC), defendeu o projeto na íntegra e solicitou a rejeição de emendas que pediam aumento no percentual de vacinados para liberar as máscaras.

“É impossível 80% da população [vacinada], pois não teríamos 80% no calendário vacinal. Peço voto contrário à emenda. Todos os parâmetros foram estabelecidos pela ciência”, disse Pacheco.

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