Skip to content

Segurança Pública

Polícia realiza operação de combate a violência contra mulher no Rio

Redação | Publicado em:

Imagem não disponível


6203WhatsApp Image 2020 02 20 at 19.48.36
A Polícia Civil do Rio de Janeiro já apurou mais de 30.986 denúncias desde 1º de janeiro. Foto: Governo do Estado



No Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Estado de Polícia Civil (Sepol), por meio do Departamento-Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM), deflagra a Operação Resguardo, a maior ação de combate a crimes de violência contra a mulher do Brasil.



No Rio de Janeiro, os agentes devem cumprir 258 medidas cautelares e protetivas, além de mandados de prisão. A iniciativa é coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Secretaria de Operações Integradas (Seopi/MJSP), e será realizada nos 26 estados do país e no Distrito Federal.



A diretora do Departamento-Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM), delegada Sandra Ornellas, apresentará os objetivos e resultados da operação durante coletiva na Cidade da Polícia, às 10 horas.



A ação integrada teve início no dia 1º de janeiro de 2021 em todo o Brasil. Desde então, a Polícia Civil do Rio de Janeiro apurou mais de 30.986 denúncias, que culminaram com a instauração de 7.327 inquéritos policiais, 212 mandados de prisão, 353 cumprimento de mandados judiciais, com atendimento de mais de 36.390 mulheres vítimas de violência, e a prisão de 1.367 agressores em todo o estado.


Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Ator de 'A Viagem' é investigado por violência doméstica contra ex-namorada
Celebridades

Ator de ‘A Viagem’ é investigado por violência doméstica contra ex-namorada

Rio

Após dois dias preso, cão é resgatado de paredão rochoso em Nova Friburgo

Bombeiros encontram corpo após lancha bater em pedras no Rio
Interior

Corpo de piloto desaparecido após acidente de lancha é encontrado na Costa Verde do Rio

Operação flagra cargas irregulares avaliadas em quase R$ 1,5 milhão no Rio
Interior

Operação flagra cargas irregulares avaliadas em quase R$ 1,5 milhão no Rio