Três mulheres, com idades entre 21 e 37 anos, foram presas em flagrante nesta terça-feira (3), durante uma operação da Polícia Civil que desarticulou uma espécie de laboratório do tráfico em Itanhaém, no litoral de São Paulo. O imóvel, conhecido como “casa-bomba”, era utilizado para preparar e embalar drogas que seriam introduzidas em uma unidade prisional de Mongaguá.
A ação foi realizada pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Itanhaém, após aproximadamente três semanas de investigação. Os agentes monitoravam uma residência no bairro Balneário Regina Maria, quando perceberam que uma das investigadas saiu do local carregando uma sacola.
Abordada pelos policiais, a mulher foi flagrada com 20 porções de maconha. Diante da descoberta, os agentes entraram na casa e encontraram outras duas suspeitas, além de uma quantidade maior de entorpecentes e equipamentos utilizados na preparação das drogas.
No imóvel, foram apreendidas outras 246 porções de maconha, dois sacos contendo substâncias semelhantes à cocaína, uma balança de precisão e materiais usados para separar e embalar os entorpecentes. Os policiais também localizaram uniformes de uma unidade prisional de Mongaguá.
As três mulheres foram autuadas em flagrante por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Após a prisão, elas foram encaminhadas à Cadeia Pública Feminina de São Vicente.
A Polícia Civil mantém as investigações para identificar outros possíveis integrantes do esquema e esclarecer como as drogas seriam levadas para dentro do sistema prisional da região.