Skip to content

Política

Deputado do PSL recebe escolta de segurança no Rio

Redação | Publicado em:

Imagem não disponível


filippe poubel taina lima alerj
Medida foi concedida após ameaças detectadas pela Polícia Civil. Foto: Tainá Lima/ALERJ



O deputado estadual Filippe Poubel (PSL) solicitou entrada na lista de parlamentares com escolta concedida pela Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) nesta terça-feira (23). O pedido faz parte de uma série de medidas de segurança adotadas após ameaças detectadas pela Secretaria de Estado de Polícia Civil.



Poubel, que é pré-candidato a prefeito em Maricá, afirmou que não pode detalhar as ameaças sofridas por questão de segurança pessoal.



Em nota, o parlamentar afirmou que as potenciais ameaças podem ter relação com sua atuação combativa e garante que continuará cumprindo o dever de denunciar, cobrar e fiscalizar o poder público e seus agentes.



Já a Polícia Civil se ateve a informar que não comentará assuntos do setor de inteligência.



Além de Poubel, outros dez deputados estão sob medidas protetivas na Casa.



“O quantitativo de policiais escalados para as escoltas não são informados por questão de segurança”, informou a Alerj em nota. Quanto ao caso do maricaense, informou que “as devidas providências já foram tomadas”.



Poubel, que também é presidente do diretório do partido em Maricá e marido da deputada federal Major Fabiana (PSL), deixou a Câmara do município para assumir posto de deputado estadual em 2019.



Sobre as atividades partidárias, comentou que: “Maricá é considerada um ponto estratégico para o PSL, pois a cidade ganhou notoriedade através do ‘boom’ petrolífero e atualmente é um celeiro do PT. Meu nome está à disposição do partido, portanto”.


Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Comunidade do Preventório, em Charitas
Niterói

Comunidade de Niterói vai ganhar novo visual; saiba tudo

Rio

Deputada do Rio é processada pelo MPT após post sobre funcionários que votaram em Lula

Um ano após a Operação Contenção no Rio, MPRJ analisa provas de 121 mortes e investiga denúncias de tortura, execução e irregularidades policiais.
Segurança Pública

Operação Contenção: um ano depois, mortes no Alemão e na Penha seguem sem esclarecimento

Brasil & Mundo

Flávio Bolsonaro na rota dos EUA? Argentina quebra o silêncio sobre suposta fuga