20 anos depois da reeleição em 2006, o presidente Lula (PT) busca se reeleger pela segunda vez na história ao oficilizar, na manhã deste domingo (2), a candidatura à Presidência do Brasil. Trazendo outra vez Geraldo Alckmin (PSB) como vice, o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) começa a campanha em busca de governar o país pela quarta vez.
A confirmação foi feita por volta das 10h, em convenção do PT feita em São Paulo. Ao lado de Alckmin, Fernando Haddad (PT) e outros apoiadores, Lula baseou as propostas de campanha em cinco pilares: melhora na educação, atendimento aos idosos, na indústria militar, transição energética e na defesa da ‘autonomia’ da soberania brasileira.
‘No quarto mandato, não quero o Lulinha “paz e amor”, quero o Lulinha porreta. Eu quero o Lula que vai fazer o que a gente ainda não fez‘, disse o petista.
Na convenção, ele também aproveitou para pedir desculpas ao eleitorado e lamentar ‘as coisas que não fez’ durante o terceiro mandato. Segundo o candidato, a proposta da campanha é alinhar uma possível eleição com a eleição de deputados e governados pelos estados brasileiros, fatos que facilitaria a implementação de políticas do governo federal.
Além disso, Lula concluiu o discurso de candidatura apostando na polarização e afirmando que o ‘Brasil não pode ser mais governado pela extrema-direita’, fazendo alusão ao candidato da oposição, Flávio Bolsonaro (PL-RJ).