Skip to content

Segurança Pública

Corregedoria pede prisão dos 3 PMs envolvidos em morte na CDD

Redação | Publicado em:

Reprodução/Rede social






image
generate image?eliteImageId=61995&web=True& =1692918754&sessionState=readOnly






|









Texto Auxiliar
Link Externo









Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:



Os policiais militares Diego Pereira Leal, Aslan Wagner Ribeiro de Faria, Silvio Gomes dos Santos e Roni Cordeiro de Lima, envolvidos na morte do adolescente Thiago Menezes Flausino, de 13 anos, na Cidade de Deus, na Zona Oeste do Rio, no dia 7 de agosto, foram indiciados por fraude processual. Após as investigações, a Corregedoria da Polícia Militar pediu a prisão dos quatro PMs. A informação é do “RJTV 2”.

De acordo com o inquérito, houve omissão de socorro e abuso de autoridade por parte dos militares durante a operação policial que resultou na morte do jovem. Além disso, os PMs divulgaram informações falsas para tentar atrapalhar as investigações.

Leia +: Adolescente morre durante operação da PM na Cidade de Deus

Leia +: Policiais são afastados após morte de menino na CDD

Leia +: ‘Coração bondoso’, diz escola de jovem morto na CDD

Outro ponto das investigações, que contou com a ajuda das imagens de câmeras de segurança, concluíram que os policiais militares utilizaram um carro descaracterizado na ação. 

Ainda segundo a Corregedoria da Polícia Militar, houve uma tentativa de incluir uma arma de fogo na cena do crime para tentar incriminar o adolescente.

“Existe indício suficiente de que eles podem ter fraudado o local do crime, plantando a arma que eles afirmam estar com a vítima. (…) Houve uma inovação, que aquela arma, ela não estava no local, conforme os PMs declararam”, disse Paulo Roberto Mello Cunha, promotor da Justiça Militar.

Depoimentos

Em depoimento, o cabo Leal afirmou que efetuou quatro disparos na operação e que, posteriormente, encontrou Thiago Flausino morto com uma pistola ao seu lado. Além disso, o PM informou que não prestou o socorro pois os moradores da região estavam “alterados e hostil”.

Em seguida, ele foi solicitado para que usasse um carro particular para obter imagens da comunidade da Cidade de Deus. Drones também foram usados para ajudar nas imagens.

Por outro lado, o cabo Aslan afirmou em depoimento que também efetuou disparos na operação, mas que nenhum foi no momento em que encontrou o Thiago. O PM também confessou o uso do carro particular e do drone.

Por fim, o cabo Cordeiro relatou aos investigadores que não utilizou sua arma de fogo e não efetuou tiros. Ainda segundo o militar, o carro descaracterizado utilizado na operação foi oferecido por ele.

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Anatel passará a exigir reconhecimento facial para evitar fraudes e golpes
Brasil & Mundo

Anatel vai exigir biometria facial para manter linhas de telefone no ar em 2027

Obras no Jardim Atlântico Leste, em Itaipuaçu
Maricá

Mais ruas de Itaipuaçu, em Maricá, recebem obras após anos de espera

Celebridades

Sasha Meneghel anuncia gravidez do 1º filho com João Lucas

Niterói

‘Começar do zero’: mães temem prejuízos a terapias de crianças após mudança da Unimed em Niterói