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‘Tempestade não cai como bala perdida’, diz pai de vítima do barco

Redação | Publicado em:

Péricles Cutrim

 





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“Uma tempestade não cai como uma bala perdida. Ela se forma, o céu se fecha, trovoadas… O piloto deveria ter verificado o risco de tempestade”. A frase é do mergulhador aposentado, João Penha, de 70 anos, e pai de Everson Costa de Assunção, de 45, e uma das vítimas do naufrágio de uma traineira (barco de pesca) que emborcou na Baía de Guanabara, na tarde deste domingo (05). Havia 14 pessoas no barco, seis sobreviveram e duas ainda estão desaparecidas. 

O pai de Everson também questionou se havia coletes salva-vidas na embarcação. “A mulher dele contou que ela estava agarrada no que pode e ele (Everson) estava com outro colega fazendo o salvamento possível. O que eu tomei conhecimento é que nenhum estava com o colete salva-vidas, e a lei manda que os pilotos de barco devem conduzir seus passageiros com colete. Ele é meu quarto filho, mas o primeiro dos homens. Ele era um menino que tinha tudo para prosperar na vida, mas Deus infelizmente levou”, afirmou João Penha desolado. 

 

Leia +: Tragédia na Baía: 6º corpo encontrado pode ser de criança

Leia +: Sobe número de mortos em naufrágio na Baía de Guanabara

O corpo de Everson foi reconhecido no Instituto Médico-Legal, no Centro do Rio, pelas irmãs dele por volta das 11h30, já que a esposa Ana Paula estava muito abalada emocionalmente. 

 





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“A minha irmã que tem muito contato com ele sabia do passeio e, antes de formar a tempestade, pediu pra ele tomar cuidado. Ela falou com ele pela última vez umas 16h e, quando eu cheguei em casa, ela me contou sobre a situação e ficamos mandando mensagem, aguardando, mas lá é ruim de sinal. Depois, vimos a notícia em uma página da internet de um naufrágio com 14 pessoas fazendo um passeio”, contou Verenda Assunção que enalteceu ainda as qualidade do irmão, que tinha três filhos e era cuidador de cachorros. 

“A Ana Paula contou que foi tudo muito rápido, mas não conseguiu ver meu irmão. É uma dor enorme. Ele é um cara do bem, paizão, amava bicho e não era à toa que era um ótimo tosador, banhista. Os cachorros gostavam muito ele”, completou Verenda.

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