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Um laudo do Instituto Médico Legal (IML) divulgado nesta quinta-feira (2) apontou a presença de “grânulos esféricos”, das cores azul escuro e preto, no corpo do estudante Bruno Cabral, de 16 anos. A Polícia Civil investiga uma suposta tentativa de envenenamento ao rapaz feita pela madrasta Cíntia Mariano Dias.

Segundo as investigações, a descoberta do IML pode indicar que o jovem foi envenenado por “chumbinho”. No entanto, o exame não confirmou a presença do veneno em si. Os grânulos foram encontrados após análise do material gástrico do jovem.

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De acordo com a perita da Polícia Civil Denise Rivera, o chumbinho se degrada rapidamente dentro dos grânulos, que servem como forma de suporte para colocar o veneno.

 





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“Os sintomas apresentados pela vítima, somados à presença dos grânulos, são indícios de envenenamento por chumbinho.”
Denise Rivera



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Através das redes sociais, a mãe de Bruno, Jane Cabral, informou que o filho se sente fraco e teve que passar por diferentes exames após a entubação.  

“Perdão pela preocupação. O Bruno ainda se sente fraco, cansado, mas está bem. Ele está fazendo exames pós-intubação para saber se não ficou nenhuma sequela, para saber se o organismo está trabalhando direitinho. Ele fez exame de sangue, laboratoriais, depois vai fazer uma ultra e passar pelo cardiologista. É mais para despreocupar. Muito obrigada pelas orações, pela preocupação. Estamos bem e vivendo um dia de cada vez”, disse a responsável.

Madrasta

A madrasta Cíntia Dias Mariano Cabral está presa desde o dia 20 no Presídio de Benfica, na Zona Norte do Rio.  De acordo com o advogado Carlos Augusto Santos, a mulher informou que é inocente e em nenhum momento confirmou o envenenamento. 

Cíntia irá responder por homicídio qualificado, pela morte da enteada Fernanda Cabral, e tentativa de homicídio, pelo caso do entedo Bruno. De acordo com a Polícia Civil, o motivo do crime seria por ciúmes do atual companheiro com os filhos, que são frutos de outro casamento.