Skip to content

Segurança Pública

Delegado Allan Turnowski tem prisão revogada pelo STF

Redação | Publicado em:

Reprodução

 





image


generate image?eliteImageId=43190&web=true&timestamp=1664542922790



align left
align center
align right
|
fullscreen
fullscreen







left



Texto Auxiliar:
Alinhamento Texto Auxiliar:
Link Externo:
Alinhar à esquerda:
Alinhar à direita:
Alinhar ao centro:
Fullscreen:
Fullscreen Exit:
Conteúdo Sensível:


  

O Supremo Tribunal Federal (STF) revogou, nesta quinta-feira (29), a prisão do ex-secretário da Polícia Civil do Rio de Janeiro, o delegado Allan Turnowski, acusado de envolvimento com uma organização criminosa voltada ao jogo do bicho. 

A decisão foi tomada pelo ministro Nunes Marques. De acordo com o membro do STF, medidas cautelares são suficientes para conter o perigo que Turnowski pode oferecer à sociedade. Por isso, Marques aceitou em partes o habeas corpus protocolado pela defesa do delegado.

Leia+: Ex-chefe da Polícia Civil é preso acusado de organização criminosa

Leia+: Associação dos delegados sai em defesa de Allan Turno

Leia+: Delegado preso no Rio diz em vídeo que sabia de operação do MP

O ministro determinou ao juízo da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa da Comarca do Rio de Janeiro a aplicação de medidas cautelares como: proibição de acesso às dependências de quaisquer repartições da Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro e/ou da Secretaria de Segurança Pública do referido; proibição de manter contato com os denunciados por qualquer meio; proibição de deixar o país e entrega do passaporte perante o Juízo de origem.

Turnowski deve ser liberado a tempo de votar nas eleições de domingo (2), a qual é candidato a deputado federal pelo Partido Liberal (PL). Através de suas redes sociais, o perfil publicou que “a Justiça foi feita. O bem sempre vence o mal.”

Prisão

O ex-chefe da Polícia Civil do Rio foi preso no dia 9 de setembro em ação realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Rio (MPRJ).

Segundo o Ministério Público do Rio, as investigações apontam para um envolvimento do delegado em um esquema em que recebia propina dos contraventores e que planejava a morte do bicheiro Rogério de Andrade, sobrinho de Castor. Os investigadores apreenderam um fuzil, celulares e documentos em sua residência. 

Notícias Relacionadas

Últimas Notícias

Rio

Deputada do Rio é processada pelo MPT após post sobre funcionários que votaram em Lula

Brasil & Mundo

Flávio Bolsonaro na rota dos EUA? Argentina quebra o silêncio sobre suposta fuga

O prefeito de Maricá, Washington Quaquá, ouviu os trabalhadores e destacou a economia que a mudança vai trazer para o bolso de cada um.
Maricá

Maricá inova e lança app próprio para entregas; veja o que muda para motoboys

Niterói

Manutenção da Cedae suspende abastecimento de água em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá